Grandes Civilizações

Templo de Apolo Templo de Abu Simbel

Esfinge de Gisé

O discóbulo Cratera grega com figuras vermelhas Vênus de Médici

Civilização grega Século XII a.c à 30 a.c
As primeiras manifestações da pintura grega estão contidas nos vasos de cerâmica, com uma forte decoração linear ou de figuras geometrizadas. Pode-se dizer que a cultura grega foi o ponto de partida para boa parte da cultura ocidental atual. O período arcáico compreende os séculos VII, VI, IV e parte do Va .c.Surgem os templos dóricos. O classicismo na escultura compreende vários estilos que se sucedem. O estilo Severo, representado pela Auriga de Delfos, bronze original, que mostra toda sobriedade desta escola, e o discóbulo de Mirón, imóvel em seu dinamismo. Fecha-se o ciclo da arte grega com o Helenismo.

Civilização Egípcia
Em todos os tempos, a civilização egípcia foi, sem duvída, uma das culturas orientais mais admiradas e estudadas pelas nações ocidentais. As investigações sobre essa antiga e misteriosa civilização atingiram o auge na Idade Média e no renascimento, mas foi somente no período neoclássico que avançaram decisivamente. Com base na pedra Rosetta, encontrada por um soldado de Napoleão, o cientista francês Jean-François Champollion decodificou em 1799 uma série muito importante de hieróglifos, levando em conta as traduções em grego e em escrita demótica feitas na pedra.
A pintura egípcia teve seu apogeu durante o império novo, uma das etapas históricas mais brilhantes dessa cultura. Entretanto, é preciso esclarecer que, devido à função religiosa dessa arte, os princípios pictóricos evoluíram muito pouco de um período para outro. Contudo, eles se mantiveram sempre dentro do mesmo naturalismo original. Os temas eram normalmente representações da vida cotidiana e de batalhas, quando não de lendas religiosas ou de motivos de natureza escatológica.
A escultura egípcia foi antes de tudo animista, encontrando sua razão de ser na eternização do homem após a morte. Foi uma estatuária principalmente religiosa. A representação de um faraó ou um nobre era o substituto físico da morte, sua cópia em caso de decomposição do corpo mumificado. Isso talvez pudesse justificar o exarcebado naturalismo alcançado pelos escultores egípcios, principalmente no império antigo. Com o passar do tempo, a exemplo da pintura, a escultura acabou se estilizando.

Voltar para "Menu"