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14/04/2017


Bragança Paulista confirma morte de macaco por febre amarela

Por: Com informações de G1.globo.com

Vigilância Epidemiológica de Bragança Paulista confirmou nesta quinta-feira (13) a morte de um macaco por febre amarela na cidade, o primeiro caso no município. O animal foi encontrado no bairro Araras do Cardoso.

O órgão aguarda também o resultado de exames sobre outro primata que pode ter morrido em razão da doença. Ele foi localizado no bairro Campinho.

Desde o começo do mês, a cidade realiza um mutirão de vacinação, com foco em moradores da área rural. De acordo com a prefeitura, já foram vacinadas neste ano 7,5 mil pessoas. Neste final de semana, serão vacinados moradores dos bairros Jardim das Palmeiras, Curitibanos, Campinho e Araras dos Cardoso.

A administração afirma que todos os moradores da área rural serão vacinados e que a ação atingirá posteriormente os moradores da área urbana.

Vacinação


A ação começou porque a cidade vizinha, Tuiuti (SP), confirmou no dia 31 de março a primeira morte de um macaco por febre. A cidade investiga se a doença foi a causa da morte de outros 13 primatas.

Na última quarta-feira (12), o município confirmou a morte de um homem de 47 anos pela doença.

Macacos

É importante ressaltar que os macacos não transmite febre amarela, ele é  vítima doença, assim como o humano. O macaco é importantíssimo no combate à doença, pois eles indicam o local onde a doença está chegando. Por isso eles são úteis aos seres humanos, e tem muita gente matando macacos por ignorância.

“Eles servem como anjos da guarda, como sentinelas da ocorrência da febre amarela”, explica Renato Alves, gerente de vigilância das Doenças de Transmissão Vetorial, do Ministério da Saúde. “É importante que a gente mantenha esses animais sadios e dentro do seu ambiente natural porque a detecção da morte de um macaco, que potencialmente está doente de febre amarela, pode nos dar tempo para adotar medidas de controle para evitar doença em seres humanos”, defende Renato Alves.

O pesquisador e presidente da Sociedade Brasileira de Primatologia (SBP), Danilo Simonini Teixeira, também alerta que os macacos não são responsáveis pela transmissão da doença, que ocorre pela picada de mosquitos.

“Esses animais estão sendo mortos por conta de medo da população humana em relação à transmissão do vírus. Se você mata os animais, vai haver um prejuízo, porque a vigilância não vai ser feita devido ao óbito daquele animal por uma pessoa.”

Denúncias


Caso a população encontre macacos mortos ou doentes, deve informar o mais rapidamente ao serviço de saúde do município ou do estado onde vive ou pelo número de telefone 136.

Uma vez identificados os eventos, o serviço de saúde coletará amostra para laboratório e avaliará se:

- além desse animal que foi encontrado existem outros;
- se as populações de primatas da região ainda são visíveis e estão integradas;
- se foi uma morte isolada;
- se de fato é uma ocorrência que atingiu o maior número de primatas.

Além disso, é possível denunciar a matança ou maus tratos de macacos pela Linha Verde do Ibama (0800 61 8080). Na denúncia, podem ser encaminhados vídeos e fotos que auxiliem na identificação do crime e de quem o cometeu, por meio do e-mail linhaverde.sede@ibama.gov.br.

Legislação

Matar animais é considerado crime ambiental pelo Art. 29 da Lei n° 9.605/98. De acordo com a legislação, “matar, perseguir, caçar, apanhar, utilizar espécimes da fauna silvestre, nativos ou em rota migratória, sem a devida permissão, licença ou autorização da autoridade competente ou em desacordo com a obtida” pode gerar pena de seis meses a um ano de detenção, mais multa.
 

Fonte: Com informações de  g1.globo.com/sp/vale-do-paraiba-regiao/noticia/braganca-paulista-confirma-morte-de-macaco-por-febre-amarela.ghtml

Leia mais:

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